quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Treinador Nem Bem Chegou Já Pode Ir Para O Japão

"Nem comi um acarajé ainda”, diz técnico do Vitória


Com dois dias de atraso, Toninho Cerezo finalmente se juntou ao elenco e à comissão técnica do Vitória. O treinador chegou à Toca do Leão na tarde desta quarta-feira, 28.
Alheio ao que tem acontecido na rotina do rubro-negro baiano, em entrevista coletiva que concedeu à imprensa, o novo comandante confessou que não sabia do clima pesado que impera na Toca desde a segunda-feira, 26, dia marcado para a reapresentação, e ainda reservou espaço para fazer uma brincadeira.
“Eu estou sabendo disso por parte de vocês. Cheguei agora. Vocês precisam me dar um tempo para que eu fique a par de tudo. Nem comi um acarajé ainda”, brincou.
Cerezo contou ainda que demorou a chegar à capital baiana porque, em viagem de carro, precisava buscar os seus objetos pessoais em Belo Horizonte.
“Eu estava em Cuiabá e tive que passar em Belo Horizonte para buscar as minhas coisas que estavam no meu carro. Saí depois do Natal e estou chegando hoje. Se vocês fizerem as contas aí vocês verão que são 3000 km”, explicou o treinador.
Embora não soubesse das polêmicas envolvendo Uelliton, que não pretende permanecer no Leão em 2012, e Neto Baiano, que se queixa de uma eventual cobrança de multa por conta do seu atraso, Cerezo disse estar à disposição dos atletas para uma conversa.
“Temos que ter, principalmente nesse momento de início de trabalho, paciência e inteligência. E, no momento justo, se tivermos de chamar a atenção, nós vamos chamar. É normal. Agora, uma coisa é certa: a partir de amanhã (quinta-feira, 29) estarei à disposição desses jogadores. Poderemos conversar, sem problema nenhum”, finalizou.

Bota Prá Fora!!!

Jogaria até no Bahia, diz volante que quer deixar o Vitória


Provocado por jornalistas, Uelliton não tirou o pé ao entrar em uma zona conflituosa. “Jogaria até no Bahia. Que mal tem? Basta pagar. Sou profissional”. A frase polêmica foi disparada na última segunda-feira, 26, durante a representação do Vitória, no Barradão, no primeiro compromisso visando a  próxima temporada.
Descontente com sua permanência no rubro-negro e com  contrato até dezembro de 2012, o volante de 24 anos manifestou claramente o desejo em sair: “Foram nove anos aqui. É muito tempo. A torcida já está pegando no meu pé. Eu preciso respirar novos ares. Tenho que seguir meu caminho e o Vitória o dele. Será bom para os dois”.
Apesar de ter usado o exemplo do rival para expor seu descontentamento, Uelliton confirmou ter duas propostas para deixar o Leão (Internacional e Atlético-MG), inclusive garantindo contato dos clubes com seu empresário. “Tomara que dê certo desta vez. Ano passado tive proposta e preferi renovar. Mas agora é outro momento”, pontuou o jogador.
A direção do Vitória, contudo, negou o recebimento de qualquer proposta oficial ao camisa 5 do Leão. “Não soube nada do Uelliton. Soube sim, pela imprensa, que o Corinthians estava interessado no Neto Coruja. Mas nem a proposta do Neto chegou também”, disse Newton Drummond, gestor de futebol do rubro-negro.
Por falar em Coruja, o volante foi outro que não escondeu o desejo em defender outras cores. “Essa conversa com o Corinthians se arrasta desde setembro. Já fui procurado por jornalistas de São Paulo várias vezes”, disse. Perguntado se o assunto da contratação continuava quente, Neto arrematou: “Por mim estaria pelando”.

Fica Ai

Vitória prorroga empréstimo de volante ao ABC

Fora dos planos do Vitória para a disputa do Campeonato Baiano 2012, o volante Jerson, que havia sido emprestado ao ABC para a disputa da Série B 2011, permanecerá no clube potiguar até maio do próximo ano.
Jerson acertou os detalhes do empréstimo na manhã desta terça-feira, 27, na Toca do Leão.
No novo contrato, uma cláusula impede o ABC de utilizar o jogador numa eventual partida contra o rubro-negro baiano.

Todos Loucos Para Saírem Do Vitória

Lateral e meia ainda não se reapresentaram no Vitória


Desde a última segunda-feira, 26, data marcada para que o elenco e a comissão técnica do Vitória se reapresentassem, que o assunto tem sido a falta de quatro jogadores e principalmente do treinador Toninho Cerezo.
Ao contrário do goleiro Douglas, do atacante Neto Baiano e de Cerezo, que tardaram mas já voltaram ao batente, o lateral Nino Paraíba e o meia Geraldo não apareceram até esta quarta-feira, 28, e ainda são aguardados na Toca do Leão.
"Do Geraldo eu não tenho nem notícias e o Nino também ainda não apareceu”, confessou o Diretor de Futebol Newton Drummond.
Entretanto, a assessoria de imprensa do rubro-negro baiano diz que os dois retardatários já fizeram chegar ao clube a informação de que eles deverão reaparecer somente na próxima segunda-feira, 2 de janeiro. Geraldo pode estar em processo de negociação para jogar pelo Fortaleza.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Escolinha do Professor Raimundo

Quatro jogadores não aparecem na reapresentação do Vitória


Elenco rubro-negro se reapresentou nesta segunda já com foco no Campeonato Baiano 2012
Elenco rubro-negro se reapresentou nesta segunda já com foco no Campeonato Baiano 2012
O goleiro Douglas, o lateral-direito Nino Paraíba, o meia Geraldo e o atacante Neto Baiano não compareceram a reapresentação do Vitória na Toca do Leão nesta segunda-feira, 26, visando à preparação para a disputa de campeonato baiano.
Segundo o diretor de futebol Newton Drummond, o Chumbinho, todos serão multados, independente da justificativa para o atraso.
“Não tem desculpa. Esta data esta marcada desde a saída deles para as férias. Só em um caso muito especial em que você não pode controlar. Eu mesmo levei sete horas para vir do Sul do país para cá. Mas independente da justificativa haverá uma multa”.
O técnico Toninho Cerezo também não se apresentou. Segundo a assessoria do clube, o treinador está vindo de carro de Minas Gerais para Salvador, mas deve chegar na capital baiana até amanhã (terça-feira, 27).
Atletas que não agradaram na disputa da série B, como o zagueiro Léo Fortunato, além dos meias Lúcio Flávio e Xuxa, também comparecem na reapresentação. Segundo Chumbinho, estes atletas têm contrato com o clube e o Vitória não pretende rescindir contratos antes do fim.
Ainda segundo o diretor de futebol, estes jogadores podem ser aproveitados pelo técnico Toninho Cerezo, caso ele entenda que isto seja interessante para o time. Mas todos devem ser liberados caso existam propostas. Este foi o caso do goleiro Fernando, que chegou a um acordo com o Vitória e não faz mais parte do elenco rubro-negro.

Um Rildo Arrependido

Após polêmica, Rildo encara 2012 no Vitória como o ano de sua vida



Com contrato até o início de 2013 noVitória, Rildo garante que o ano que virá será totalmente diferente do que termina. Além das contusões, que o afastaram do time titular, 2011 também ficou marcado para o jovem jogador, de 22 anos, como aquele em que teve 90 dias a menos.

Isso por conta do gancho que levou do STJD após tentar agredir o árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva na derrota para o Boa Esporte, por 1 a 0, no Barradão.

“Aquilo não vai mais se repetir nunca mais. Sofri e aprendi muito com meu erro. Botei a cabeça no lugar. Quero um ano vencedor e de conquistas, nada de confusão”, promete Rildo.
Se a mente já está sã, conforme indica o magricela do Vitória, o corpo ainda está em processo de transformação para aguentar os trancos de jogo e as consequentes lesões. “Ganhei quatro quilos e já estou com 68 kg. Quero chegar a 70 kg. Enquanto o pessoal da preparação física manda todo mundo segurar a boca no fim do ano, eles mandam eu comer a vontade. É pra ver se engordo”, brinca.

Os novos ares, Rildo espera respirar já no próximo Baianão. Na última edição, ele esteve presente no vice-campeonato do Leão, derrotado pelo Bahia de Feira, quando jogando pelo simples empate, dentro de casa.

“Tudo será diferente em 2012. O grupo sabe dos erros que foram cometidos e sabe também que tem a obrigação de acertar. Vamos fazer tudo para vencer”, repete, tal como mantra.

Que, de fato, seja, o ano de Rildo e também do Vitória. Rebobinar a fita, e repetir as mesmas promessas, não é muito compatível com os dias atuais.

Três Perguntas para Rildo:

Por que 2012 será o ano de Rildo e do Vitória?
Estamos com muita vontade de acertar. Tudo que aconteceu em 2011 deve ser esquecido no momento e ser só lembrado como lição. 2012 vai ser diferente, vamos lutar desde o Baianão. O torcedor pode esperar um Rildo muito competitivo e com vontade de dar certo. Vai ser o ano da minha vida.

Como vai ser a luta pela titularidade? Marquinhos, que também é segundo atacante, continua e é o favorito da torcida...
Vou brigar pelo meu espaço aqui no Vitória. Respeitando meus companheiros, é claro, mas querendo cavar meu lugar no time principal.

O Vitória voltou a treinar já esta semana. Acha que leva vantagem quanto a isso?
É ruim pois ficamos longe da família. O lado bom é que ganhamos tempo e podemos nos adaptar mais rápido a nova temporada.

Fonte: Atarde Online

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Toninho Cerezo É O Escolhido Ou O Que Sobrou?

Novo técnico

Vitória acerta com Cerezo e apresentação será dia 12

publicado Sábado, 03 de Dezembro de 2011, 10:54 h
 

Toninho Cerezo é o novo técnico do Vitória. O acerto ocorreu na manhã deste sábado, após encontro do treinador com o presidente em exercício Carlos Sergio Falcão. Cerezo tem apresentação prevista para o dia 12 de dezembro.
De acordo com Carlos Falcão, essa contratação é um importante passo para o sucesso do planejamento de 2012. “Estamos convencidos que Toninho Cerezo, além de ser o nome preferido da maioria da torcida, tem identidade com o clube, gosta e sabe trabalhar com a divisão de base e está preparado para nos ajudar a conquistar os objetivos que desejamos para temporada de 2012”, conclui o dirigente. 
Antonio Carlos Cerezo, como treinador obteve destaque tanto no Brasil quanto no exterior.  A torcida rubro-negra, por exemplo, não esquece  ano de 1999 quando Cerezo obteve a maior sequência de triunfos de um treinador no comando do Vitória.
Na ocasião, ele levou o Vitória à semifinal do Campeonato Brasileiro, depois de eliminar o Vasco da Gama numa série de três jogos emocionantes, sendo a segunda melhor campanha do clube no Brasileiro da Série A – a melhor foi em 1993 quando disputou a final com o Palmeiras.
Cerezo, além do Vitória, treinou o Atlético Mineiro, Guarani e teve uma rápida passagem pelo Sport Recife, seu último clube no Brasil.
Fora do país, ele trabalhou no Kashima Antlers, do Japão, por seis anos, conquistando o bicampeonato e duas Copas da Liga e uma Copa do Imperador.
Treinou o Al-Hilal, da Arábia Saudita, o Al Ain e o Al-Shabab, sendo campeonato em 2007/08, ambos dos Emirados Árabes Unidos.
Fonte: ECV

Pai de Eduardo Ramos confirma interesse do Vitória


O meia Eduardo Ramos, um dos principais destaques do Náutico na campanha do acesso em 2011, está na mira do Vitória para a próxima temporada. Carlos Antônio Martins, pai e empresário do jogador, confirmou que foi contatado pelo rubro-negro para negociar sua contratação.

“O Newton Drummond [gestor de futebol do Vitória] entrou em contato comigo”, revelou com exclusividade à reportagem de A TARDE. “Nós conversamos, mas ele não teve como fazer uma proposta financeira ainda, nem discutir nada, porque ainda dependemos da liberação do Corinthians”, explica.

Segundo o pai do jogador, o time paulista, com quem Eduardo Ramos tem contrato até o final de 2012, não aceita mais emprestar o atleta e pede R$ 1,2 milhão para liberá-lo. “Conversei com o Andrés [Sanchez, presidente do Corinthians], mas eles não aceitam mais emprestar o Eduardo porque resta apenas um ano de contrato”, afirmou Carlos Antônio.

O empresário diz que tem viagem marcada para São Paulo no sábado, 17, quando vai tentar negociar uma redução do valor de liberação com o Timão. “O R$ 1,2 milhão foi a primeira palavra do Corinthians. Mas a gente acredita que tem um jeito de resolver isso, de diminuir o valor da liberação. Eu tenho um bom acesso por lá, sou muito amigo do Carlos Leite, que levou o Eduardo para eles na época. Então temos grandes chances de facilitar a saída do Eduardo”, disse.

Carlos Antônio Martins revela ainda que tem uma estratégia caso a direção do time paulista não aceite reduzir o valor do negócio. “Se o Corinthians não liberar, a gente tem investidores que podem pagar o que o Corinthians quer e mais um pouquinho para o Eduardo. Aí o clube fica ainda com alguma porcentagem do passe dele, o Eduardo com mais um pouquinho e ele tá liberado”, revela.

O pai de Eduardo prefere manter o mistério sobre seu futuro, mas assegura que o jogador tem interesse em acertar com o Leão. “No momento a situação está indefinida, então não dá para saber para onde ele vai. Mas ele tem interesse de ir para o Vitória, claro. Quem não tem interesse em jogar no Vitória? Um time de torcida, um grande clube. Qualquer jogador quer jogar pelo Vitória”, exalta.

Zagueiro descartado – Enquanto um fica próximo, outro está praticamente descartado. Ronaldo Alves, zagueiro que pertence ao Internacional e estava na mira do Vitória, entrou em um acordo com o Náutico e deve permanecer no Timbu até o final de 2012.

Quem garante é Carlos Kila, gerente de futebol do alvirrubro pernambucano. “O jogador está acordado conosco para renovar seu contrato até o final de 2012. Só falta trazer o contrato assinado para oficializar o jogador”, garantiu.
Fonte: Atarde Online

Presidente: 'Nós Queremos Título E Não Dinheiro Sobrando Em Caixa!!!'.


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Com A Palavra O Presidente Cara de Pau!!!


Otimista, presidente do Vitória afirma: ‘Nada está perdido’

publicada em 21.11.2011 às 20:28
Depois da derrota para o São Caetano, no último sábado, o torcedor do Vitória ficou chateado, cabisbaixo e, em alguns casos, descrente em relação ao acesso do time. No entanto, estes sentimentos não atingem o presidente do clube, Alexi Portela.
, no próximo sábado, pela última rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.
- Fui dizer a eles que não tem nada perdido. Ficou mais difícil? Claro. A gente não vai iludir ninguém, mas nada está perdido – afirmou o presidente.
O dirigente lamentou os vacilos que a equipe tem dado no Barradão e criticou os jogadores por não terem conseguido o triunfo diante do São Caetano.
- A gente não pode dar o vacilo que a gente deu. A gente tinha que ter matado o jogo antes, apesar daquele gol anulado ter sido legal. Mas nós fomos incompetentes e não soubemos ganhar o jogo.
Alexi Portela aproveitou para reforçar a confiança em um resultado positivo no interior de Alagoas:
- Deixamos escapar a oportunidade dentro da nossa casa. Agora, a gente tem que reverter fora – finalizou o presidente do Vitória.
Fonte: GE
Posted 1 week ago by

Cerezo Deseja Ver O Leão Voltar A Morder Os Adversários

Temos que resgatar a força do Vitória, diz Cerezo



Em entrevista por telefone ao ESPORTE CLUBE, enquanto esperava voo para São Paulo, Toninho Cerezo, o novo técnico do Vitória para 2012, falou sobre contratação, reforços e planos para o Leão em 2012.

O acerto como o Vitória aconteceu rápido. Já havia conversas com a diretoria ainda durante a Segunda Divisão?

Não, não houve. O acerto foi rápido pois o presidente do Vitória (Alexi Portela) já havia tentado concretizar a negociação em duas oportunidades anteriores, mas, por vários motivos, não acabou sendo possível. Portanto, já tinhamos uma noção de valores e foi mais fácil fechar. Para mim é um prazer enorme voltar a treinar um time que tenho uma grande identificação.

Como está a montagem do elenco para 2012?

O Vitória montou um time muito forte para 2011, e acabou não dando certo. Aliás, já há algum tempo as coisas não vêm dando certo para o Vitória. Viemos para mudar isso! Ano passado foi rebaixado por um empate (contra o Atlético Goianiense, no Barradão). Já este ano, perdeu o Baiano (para o Bahia de Feira) e a Copa do Brasil (para o Botafogo da Paraíba), no Barradão. Temos que resgatar a força do Vitória e a montagem do elenco vai passar por essa nova filosofia. 

Do time deste ano, você já indicou os jogadores que vão embora e os que renovam? Já tem buscado novos nomes também?

Assisti a alguns jogos do Vitória na Segunda Divisão, mas não posso fazer uma avaliação por três, quatro jogos que vi. Tenho pessoas que trabalharam comigo na minha primeira passagem (em 1999), como o (auxiliar técnico) Ricardo Silva. Eles vão me ajudar a fazer um raio-x do elenco. O que posso garantir é que já estamos buscando reforços. Hoje (ontem) mesmo me encontrei com dois sujeitos no aeroporto para tratar de negociação. Tomara que dê tudo certo (risos).  

Pode revelar quem é?

Não, temos que ir com calma (risos). Até para não atrapalhar. Mas o torcedor pode ficar tranquilo temos buscado jogadores qualificados. Agora, a torcida tem que entender também que o mercado na Segunda Divisão, mesmo para um time de nome como o Vitória, é mais difícil, porque o jogador quer sempre ficar na Série A, que dá mais destaque.

O Vitória tem prometido apostar mais na divisão de base em 2012. Isso faz parte da sua filosofia também?
Sim, gosto muito de trabalhar com jogadores que estão subindo ao profissional. Mas temos que ir com calma com esses garotos, não podemos queimar etapas. A Série B é uma competição de mais pegada, e a experiência é uma arma forte nesse tipo de competição.
Fonte: Atarde Online

Benazzi Revela O Que O Puro Sangue Rubro-Negro Já Sabia!!!

Tinha jogador querendo sair na mão, diz ex-técnico do Vitória


Para o ex-técnico do Vitória, Vágner Benazzi,o ano de 2011 foi uma batalha nunca vista ao longo dos seus 26 anos de carreira.Segundo o treinador, o Leão se encontrava numa “situação horrorosa”, ameaçado de rebaixamento e com jogadores querendo sair no tapa com outros colegas em sua chegada.

Depois de 24 jogos no comando, Benazzi assegura não guardar mágoa de ninguém, mas confessa tristeza em não ter recebido um agradecimento da diretoria por seus serviços.

Como você encontrou o Vitória ao assumir o cargo de técnico do clube?

Era uma situação terrível. O time estava a um ponto da zona de rebaixamento e todos já colocavam o Vitória fora da briga pelo acesso. Além da pressão de fora, o elenco estava dividido. Quando cheguei no clube, tinha jogador querendo sair na mão com o outro. Estava um climão.

O que você fez para ajeitar a casa?
Primeiro afastei os jogadores que se achavam inocentes e acima dos outros. [Nota: Benazzi não citou nomes, mas comparando a data de sua chegada e de afastamentos, Edu, Pablo, Eduardo Neto e Ernani foram afastados na época]. Todos estavam no mesmo barco. Quem se achava superior não poderia ficar. Depois, juntei os brigões e disse que poderíamos abrir uma roda para eles se baterem até cansarem. Porém, depois disso, queria todo mundo trabalhando junto. Chamei a família dos atletas para nosso lado e blindamos o grupo. No final do ano, jogadores que não se entendiam estavam se abraçando. Chamei o Geovanni, um cara altamente profissional, para ser o líder do grupo. Depois disso, demos um salto e voltamos a brigar pelo acesso. Foi algo que fiz e ninguém me agradeceu no clube.

Guarda alguma mágoa?

De forma alguma! Eu cheguei aqui dizendo que iríamos chegar na última rodada com chances de acesso. Queria subir, mas consegui realizar o que prometi. O torcedor foi fantástico, a diretoria acreditou em mim e os jogadores se uniram. Só fiquei triste pela forma que foi minha saída. Disseram que eu fui demitido. É mentira! Meu contrato era até o final do ano. No último jogo, eu já tinha me despedido de todos. Depois, o Vitória não me procurou hora nenhuma para uma renovação ou para avisar que eu não continuaria. Isso me deixou triste um pouco, pois fiz mais de 59% de aproveitamento. O que foi feito antes não é da minha conta...

Se arrepende de ter colocado Zé Luis contra o São Caetano?

Não. Ele era o único volante que poderia substituir Coruja. Se colocasse um zagueiro e ele tivesse errado como o Zé, eu seria criticado do mesmo jeito, pois teria mudado o esquema. Foi um dia ruim.

O que o Vitória precisa mudar para 2012?

Não vou citar nomes, pois não cabe mais a mim. Porém, acho que se tirar 30% do elenco deste ano e substituir por jogadores de qualidade, tem tudo para fazer uma boa temporada. Acho que este ano não faltou esforço de ninguém. Precisou de um pouco de sorte. É o que desejo a Toninho Cerezo: mais sorte.

Fonte: Atarde Online

Sub 20 Do Vitória Estréia Bem 4 x 1 No Atlético Mineiro E Segue Firme Rumo Ao Título Do Torneio.

Após boa estreia, Vitória enfrenta Corinthians no Brasileiro sub-20 nesta sexta




Dever cumprido com sobras na estreia, com a goleada de 4 a 1 sobre o Atlético Mineiro na estreia no Campeonato Brasileiro Sub-20, esta quinta-feira, 8, é dia de descanso para os jogadores que atuaram os 90 minutos da partida.

Nesta sexta-feira, 9, às 17h30, no Estádio Passo D´Areia, em Porto Alegre, a garotada boa de bola do técnico Carlos Amadeu defende a liderança do Grupo 3, diante do Corinthians, que perdeu na estreia para o Coritiba por 3 a 0 e na quarta empatou com o Vasco em 3 a 3.

O rubro-negro baiano está com três pontos e saldo de três gols, igualmente ao  Coritiba, mas leva vantagem no critério de gols marcados: 4 contra 3. Atlético Mineiro também está com três pontos e saldo negativo de dois gols. Vasco e Corinthians têm um ponto.

O time para a partida contra o Timão está mantido com Gustavo, Dimas, Dankler, Clayton e Iuri; Adauto, Duylio, Arthur Caculé e Alan Pinheiro; Thiago e Davi. O auxiliar técnico Hamilton Mendes prevê um jogo difícil.

“O Corinthians fez um bom jogo contra o Vasco. Eles melhoraram muito em relação à atuação na estreia contra o Coritiba. Fizeram algumas mudanças que surtiram efeito positivo. Vai ser um bom jogo e temos boas chances de vencer “, avaliou.
No próximo domingo, às 15 horas, o Leão pega o Coritiba e encerra a primeira fase na terça-feira, 13, às 19h, contra o Vasco.
Fonte: Atarde Online.

Hino by Léo Santana

Léo Santana Parangolé Canta Seu Amor Ao ECV.

Léo Santana Faz A Festa No Barradão

Léo Do Parangolé Canta E Faz A Festa Da Subida A Série A Em 2007.

Ivete Canta Seu Amor Hino Do Vitoria

A Madrinha E Princesa Da Axé Music Canta Seu Amor Ao Leão Através Do Seu Simbolo Maior Seu Hino.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Perfeição: Daniela Interpreta O Hino Do Vitória

Rainha Da Axé Music Daniela Mercury Canta Sua Paixão Pelo Leão O Maior E Melhor Clube Do Nordeste.

Emoção Pura

Tatau e T.U.I Cantam Juntos O Hino Do Glorióso Esporte Clube Vitória Na Exposição De 122 Anos Do Clube No Shopping Barra Salvador-Ba.

A História Do Tetracampeão Nordestino Esporte Clube Vitória

Esporte Clube Vitória

Vitória

Toca do Leão
Nome Esporte Clube Vitória
Alcunhas Leão da Barra[1]
Rubro-Negro
Nêgo[2]
Leão
Torcedor/Adepto Rubro-Negro
Mascote Leão
Fundação 13 de maio de 1899 (112 anos)
Estádio Manoel Barradas
(Barradão)
Capacidade 35.632[3]
Localização Salvador - BA, Brasil
Presidente Brasil Alexi Portela Júnior[4]
Treinador Brasil Toninho Cerezo
Patrocinador Brasil OAS
Brasil Habibs
Itália TIM
Material esportivo Brasil Penalty
Competição Bahia Campeonato Baiano
Brasil Copa do Brasil
Brasil Série B
Divisão 2011 Bahia Vice-Campeão
Brasil 1º fase
Brasil 5º lugar
Ranking nacional 20º lugar, 1.291 pontos
Website ECVitoria.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
Soccerball current event.svg Temporada atual
editar
O Esporte Clube Vitória, conhecido apenas como Vitória, é um clube esportivo brasileiro sediado na cidade de Salvador, no estado da Bahia, e fundado em 13 de maio de 1899. Suas cores são o vermelho e o preto.[5] Foi o primeiro clube social nacional a ser fundado apenas por brasileiros[6] e um dos primeiros clubes do Brasil a praticar o futebol,[7] esporte no qual obtém maior destaque. O Club de Cricket Victoria, nome com o qual foi fundado[8] em homenagem à região em que seus fundadores moravam, o Corredor da Vitória, também foi o pioneiro em diversos esportes na Bahia e no Nordeste, como o voleibol, a natação, o pólo aquático, o basquetebol e outros.[6]
Após um longo período impróspero, com a construção do estádio próprio, o Barradão, o clube rubro-negro conseguiu consolidar sua hegemonia estadual nas últimas duas décadas,[9][10] conquistando 4 títulos da Copa do Nordeste, se tornando o maior vencedor da competição,[11] e 14 títulos (26, no total) do Campeonato Baiano[12] nas últimas 20 edições, contra 6 do seu arquirrival, Esporte Clube Bahia, clube com o qual faz o clássico Ba-Vi, um dos maiores do Brasil.[13] Destacam-se também as campanhas do Leão nos Brasileirões de 1993 e 1999, competições em que terminou em 2° e 3° colocado, respectivamente,[12] e na Copa do Brasil de 2010, certame no qual foi vicecampeão.[12]
Sua torcida é uma das maiores do futebol do Brasil, com mais de 1% na maioria das pesquisas, o que representa cerca de 2,3 milhões de torcedores no país, segundo pesquisa do instituto Ibope em 2010.[14] A torcida do Rubro-Negro é a que mais cresce no Norte/Nordeste, tendo a segunda maior torcida da Bahia, segunda maior do Nordeste e oitava maior torcida jovem do Brasil.


Artêmio Valente, fundador e idealizador do clube.
Fundado em 13 de maio de 1899, foi o terceiro clube brasileiro em atividade a praticar o futebol.[15] O Vitória nasceu da iniciativa pioneira dos irmãos Artur e Artêmio Valente.[16] Vindos de uma tradicional família baiana, adquiriram o gosto pelo cricket na Inglaterra, onde estudavam. Ao retornar ao Brasil, trouxeram na bagagem a paixão pelo esporte.[17]
Na época, o cricket dominava a preferência dos baianos, mas o esporte era restrito aos imigrantes ingleses, restando aos brasileiros o podre "privilégio" de repôr as bolas em campo, quase o mesmo dever que os gandulas de hoje exercem.[17]
Cansados dessa discriminação, dezenove jovens tiveram a ideia de criar uma agremiação que os livrariam desse fardo e não mais os privariam de praticar o esporte.[18] Então, no dia 13 de maio, uma reunião foi marcada para a casa dos irmãos Valente, e teria ainda participação dos amigos Adolfo Irineu dos Santos, Alberto Teixeira, Antonio Giz Almeida, Antonio Peixoto Guimarães, Augusto Francisco Lacerda, Carlos Carvalho, Carlos Oliveira Teixeira, Fernando Kock, Hebert Filgueiras, Joaquim Espinheiro Costa Pinto, Joaquim Rodrigues Chaves, Jorge Wilcox, Juvenal Teixeira, Leobino Cavalcante, Octavio Castro Rabelo, Pedro Gonçalves Almeida e Quintino Fontes Ferreira, todos moradores do Corredor da Victória.[19][18]
A reunião começou com muitas dúvidas sobre qual nome teria o clube que rivalizaria com os ingleses. Com esse objetivo em mente, muitas sugestões patrióticas foram dadas, como Club de Cricket Bahiano ou Club de Cricket Brasileiro. Porém, a ideia de homenagear o lugar onde todos moravam, com Victória, de Arthêmio foi escolhida.[20]
Tão grande era o desejo nacionalista de se impôr aos imigrantes da Inglaterra que as cores inicialmente escolhidas foram o verde e o amarelo. Porém, o preto e branco foi logo incorporado pela falta de material esportivo com as cores da bandeira do Brasil.[21] O rubro-negro tradicional apenas foi adotado um tempo depois.[18][21]
No cricket, o Victória vinha fazendo sucesso, mas com a volta de José Ferreira Júnior, o Zuza Ferreira, que passou alguns anos estudando em terras inglesas, à Bahia, o cenário local mudou. Zuza trouxe com ele um esporte diferente, que logo viraria febre entre os jovens baianos e brasileiros, o futebol.[22]

[editar] Leão da Barra

Em 1902, já praticando outros esportes como futebol, remo, natação, atletismo e o próprio cricket,[23] que levava no nome, o Club de Cricket Victoria se transformou em Sport Club Victoria.[24] Na mesma época da mudança, o clube recebeu o apelido que leva até hoje.
Cquote1.svg Naquele primeiro ano de prática do remo, o Vitória, que dispunha dos barcos Tupy e Tabajara, conseguiu um feito inesquecível. Seus remadores saíram do Porto da Barra e foram até o Porto dos Tainheiros, em Itapagipe. O fato, que teve grande repercussão na época, originou o apelido de Leões da Barra para os atletas, e mais tarde para os próprios torcedores rubro-negros. Cquote2.svg
Relatam Alexandro Ramos e Luciano Souza no livro Barradão - Alegria, Emoção e Vitória[1]

[editar] Começando no futebol

No futebol, o Victoria disputou sua primeira partida no dia 22 de maio de 1901, contra um time formado às pressas por integrantes das tripulações dos navios ingleses atracados no porto. A partida teve como resultado um triunfante 3 a 2 para o time local.[25]
A estréia do time principal do Vitória foi em 13 de setembro de 1903, ano da inauguração de seu departamento de futebol. Numa partida muito disputada, marcando também a inauguração do Campo dos Mártires, chamado atualmente de Campo da Pólvora, o Leão derrotou o São Paulo Bahia Football Clube, time formado por integrantes da Colônia Paulista, por 2 a 0.[26] Em 1904, muitos outros times já tinham sido fundados na Bahia e o futebol não era um esporte tão desconhecido para o público. Grandes platéias se formavam para assistir aos jogos, ao som de bandas de música e fanfarras. Nesse ano, foi um dos fundadores da primeira Liga de Futebol da Bahia, chamada de Liga Bahiana de Desportos Terrestres, que iria organizar o primeiro Campeonato Baiano de Futebol, no ano seguinte.[27] O Club International de Cricket levou a taça, enquanto o Vitória conquistou o terceiro lugar.[28]
Durante essa época, cheia de novidades para os jovens que experimentavam o novo esporte, o remo, já tradicional, despontava como atividade principal do Vitória. O Vitória também revelou talentos no atletismo, polo aquático (esporte em que ficou dois anos invicto), natação e até mesmo xadrez. O pioneirismo do clube o levou até a fundar a Federação Bahiana de Pugilismo.[6]

[editar] Primeiros títulos, amadorismo e o jejum

Elenco do Victoria campeão baiano de 1908.
O Vitória iniciou sua jornada de conquistas no futebol, após ter sido vicecampeão nas duas edições anteriores, em 1908, quando se tornou, pela primeira vez, campeão baiano num campeonato disputado apenas por três clubes pela primeira vez, devido a saída do Bahiano, que dissolveu-se. O bicampeonato veio no ano seguinte.[29]
Depois de ser vice-campeão por mais duas ocasiões, em 1911 e 1912, a liga foi abolida por prováveis divergências internas.[30] Assim, outra liga tomou parte do campeonato em 1913, dessa vez admitindo jogadores e clubes de classes inferiores e, principalmente, negros, o que não agradou os clubes da "velha guarda". O Vitória e os outros times que faziam parte da organização dos campeonatos até então não concordaram com o novo estilo e abandonaram a liga,[31] abrindo espaço para outros clubes se inscreverem.[32] Assim, de 1913 a 1919, o rubro-negro não participou do certame, deixando que outros times se consolidassem no estado e tomassem conta dos títulos baianos, fazendo com que, no seu retorno, em 1920, o Leão não obtivesse o mesmo êxito com suas equipes.[30][32]
Partida entre Victoria e Santos Dumont pelo Baiano de 1907.
O Vitória ficou de fora ainda das edições de 1930, 1931 e 1937, devido ao seu problema com o amadorismo. Nas décadas de 1930 e 1940, os jogadores eram, em sua maioria, universitários, que deixavam o time assim que se formavam. Quando não, o Vitória perdia os jogadores para outros times que ofereciam altos salários, times já profissionais.[33]
Apesar desses problemas, o rubro-negro conseguiu se sagrar hexacampeão do Torneio Início, em 1926, 1941, 1942, 1943, 1944 e 1949, torneio de grande credibilidade na época e que não deixou o time da Barra ser esquecido pelos torcedores.[34]

[editar] Profissionalização e títulos

No começo da década de 1950, o Vitória ainda não tinha se profissionalizado totalmente, já tinha deixado de disputar diversos campeonatos e, assim, não conseguido títulos por um bom tempo. Esse "problema" foi resolvido em 1953, numa partida emocionante contra o Botafogo.[35]
Cquote1.svg Tão emocionante foi esse tento que a torcida rubro-negra vibrou de forma incomum, que um fan do clube da Barra acabou por desmaiar, somente vindo a se restabelecer muitos minutos depois [...] Meia hora antes do embate terminar e os fans do Vitória, inclusive fantasiados e mascarados, começaram a convergir para a pista Cquote2.svg
Noticiou-se numa edição do jornal A Tarde de 1954.[35]
O resultado se repetiu em 1955[36] e 1957,[37] desta vez contra o eterno rival Bahia nas duas ocasiões.[35]
[editar] Bicampeonato boicotado pela imprensa
Após conquistar o primeiro turno do Campeonato Baiano de 1964, um jornalista divulgou no seu jornal que o time rubro-negro vinha escalando um jogador irregular na conquista da primeira parte do certame.[38] Tal jornalista, alguns dias depois, foi agredido num ônibus e Ney Ferreira, presidente do Vitória, e seu diretor de esportes, Henrique Cardoso foram acusados do ato. Essas acusações serviram para que a imprensa boicotasse qualquer notícia dos dois campeonatos que o time da Barra veio a conquistar.[38]
O professor Paulo Leandro, no seu trabalho "O jornalista e o Cartola", lembrando do Esporte Jornal, único meio de comunicação que continuou a noticiar sobre o Vitória, relatou o fato que até hoje é lembrado pelos torcedores:
Cquote1.svg Nenhum veículo impresso, exceto o Esporte Jornal, noticiou o título do Vitória, em um fato raro no mundo, em se tratando de uma grande clube, capaz de mobilizar multidões e gerar um mercado rentável. Cquote2.svg
destacou o professor
[editar] Baiano de 1972
O rival tricolor do Vitória dominava o cenário estadual nas décadas de 1930 e 40. Ao rubro-negro, restava tentar acabar com essa hegemonia a cada ano que passava. Na década de 1960, já havia conseguido um histórico bicampeonato, mas, na década seguinte, apenas em um ano algum time conseguiu fazer com que o título não fosse para o tricolor. E foi em 1972, quando o rubro-negro contava com um ataque devastador: Osni, André Catimba e Mário Sérgio.[40][41]
O elenco daquela conquista é lembrado como um dos melhores de todos os tempos já formado pelo Leão.[42][43] O primeiro turno foi conquistado pelo rival, depois de derrotar o Vitória, invicto até então. No segundo turno, a decisão foi mais uma vez num Ba-Vi, com o Vitória mais uma vez invicto e, dessa vez, se saindo vencedor. O terceiro turno foi decidido nos pênaltis com o tricolor se sagrando vencedor.[44]
Assim, a final do campeonato seria decidida em mais um clássico, a décima decisão do certame estadual com um Ba-Vi. Com dois gols de Osni e um de Catimba, o Vitória venceu por 3 a 1 o segundo jogo, depois de ter triunfado por 2 a 1 no primeiro, e se sagrou campeão baiano pela oitava vez na história.
Com o seu rival dominando o cenário estadual durante décadas, o Vitória apenas conseguiu ser campeão baiano em 1980,[45] 1985 e 1989.[46]
[editar] Torneio José Américo Filho
Em 1976, ocorreu a segunda edição do Torneio José Américo Filho. Com doze equipes disputando o certame, o rubro-negro foi campeão após vencer, na final, o América de Natal por 3 a 0, com dois gols de Zé Júlio e um de Geraldão. A campanha vitoriosa teve sete vitórias, cinco empates e apenas uma derrota.[45]
[editar] Surgimento do "Nêgo"
O grito mais famoso dos torcedores do Vitória, o "Nêgo", foi incorporado depois de um erro da torcida, fato acontecido em 1981, num jogo contra o Grêmio, contando pelo Campeonato Brasileiro. Depois de começar o segundo tempo perdendo por 1 a 0, a Vitoraça, torcida organizada do time, procurou motivar os jogadores com seus gritos. Um deles, o "Leeeeãããão", que seria usado pela primeira vez, acabou pegando, mas de outra forma. O resto do estádio ouviu errado e acabou gritando "Nêêêêgoooo", e hoje o grito é o mais usado nos jogos do rubro-negro.[2]

[editar] Independência e hegemonia estadual

A década de 1990 foi certamente uma reviravolta na história do Vitória. Uma nova diretoria havia tomado controle do time alguns anos antes com promessas de torná-lo um clube de ponta do Brasil. A primeira conquista foi a independência financeira, já que o clube ainda vivia de doações e favores de seus torcedores ilustres.[47] A gestão se caracterizou pelo alto investimento (ainda que baixo para os padrões do futebol brasileiro na época) nas categorias de base,[48] o que deu resultado: com seis conquistas do Campeonato Baiano de Futebol (1990, 1992, 1995, 1996, 1997 e 1999) contra quatro do rival, o Vitória consolidou a hegemonia estadual e diminuiu a larga vantagem do arquirrival em títulos estaduais e confrontos diretos do clássico Ba-Vi, o maior clássico do Nordeste e um dos maiores do Brasil.
[editar] Vice-campeonato brasileiro
A década começou promissora, com o terceiro bicampeonato da história do rubro-negro, em 1989-90.[46] Três anos depois, no seu retorno à Série A, o Vitória montou um elenco modesto, dando prioridade à sua divisão de base, que viria a ser sua principal arma para o futuro. Nomes como Dida, Paulo Isidoro, Alex Alves, Rodrigo, Giuliano foram incorporados ao elenco principal naquele mesmo ano, e foram peças fundamentais para a campanha do Leão no certame.[49]
Depois de eliminar times como Flamengo, Santos e Corinthians, o Vitória chegou à final contra o milionário Palmeiras. A diferença entre os dois clubes era gritante. Para se ter uma ideia, a folha salarial inteira do time baiano correspondia apenas ao salário de Edmundo, atacante do time paulista.[50] O Palmeiras acabou vencendo os dois jogos da final, levando o título e deixando o vice-campeonato para o rubro-negro.
[editar] Tricampeonato baiano e Nordestão
Só em 1997 o Vitória voltaria a fazer uma campanha satisfatória no Campeonato Brasileiro, ano em que terminou em 9° lugar, a 1 ponto da classificação à fase final. 1997 também foi o ano do primeiro Tricampeonato Baiano do time da Barra[51] e da sua primeira Copa do Nordeste, certame no qual obteve 5 triunfos, 2 empates e apenas 1 derrota, feitos conseguidos depois de bater o arquirrival Bahia nas finais de ambos campeonatos.[52]
Na campanha do tricampeonato, o Leão teve 17 vitórias, 3 empates e 2 derrotas. Somando-se os números das campanhas anteriores, 1995 e 1997, tem-se 93 jogos, 62 vitórias, 20 empates e 11 derrotas.[53]
[editar] Centenário
O tetracampeonato não veio em 1998, mas em 1999, ano do centenário do rubro-negro baiano, outra "dobradinha" veio e mais uma ótima campanha no Brasileirão, quando ficou na 3ª colocação, sendo eliminado pelo Atlético Mineiro, nas semifinais. Depois de terminar a fase de classificação na 6ª posição, o Vitória, comandado por Toninho Cerezo, enfrentou, nas quartas-de-final, o Vasco da Gama, fazendo, logo no primeiro jogo, uma partida memorável, que é muitas vezes denominada o melhor jogo do time na Era Barradão, tendo vencido por 5 a 4 o time do Rio de Janeiro. Empatou os outros dois jogos e avançou às semifinais, onde enfrentaria o Atlético Mineiro. Depois de vencer um e perder outro jogo, sucumbiu na terceira partida e deu adeus à competição.[54]
A conquista do Baiano foi a mais polêmica da história do Vitória. Título dividido com seu rival tricolor, até hoje é motivo de discussões. A Copa do Nordeste desse ano veio novamente numa final contra o mesmo Bahia, em dois jogos, tendo o rubro-negro vencido o primeiro jogo por 2 a 0 e o rival o segundo por 1 a 0.[55]

[editar] Domínio total estadual, Série C e retorno

[editar] Começo de década promissor
A década de 2000 começou da mesma forma da anterior, com outro bicampeonato estadual e mais planos de manter a hegemonia que, pela primeira vez depois de 80 anos, voltara do rubro-negro.
O ano de 2001 foi o único da década em que o Vitória não comemorou alguma conquista. Em todos os outros, o título estadual ou uma promoção foi motivo de orgulho para os torcedores, como aconteceu nos dois anos seguintes, quando venceu os Campeonatos Baianos de 2002 e 2003, além da Copa do Nordeste de 2003.
[editar] Série B após treze anos
O ano de 2004 foi um dos anos mais irregulares e estranhos da história do clube. Com contratações de peso como os baianos recém campeões do mundo pela Seleção Brasileira Vampeta e Edílson,[56] esperava-se muito do time no ano.[57] O começo foi empolgante, após ganhar o Baianão 2004, a Taça Estado da Bahia de 2004 e um início avassalador, ficando na ponta do Campeonato Brasileiro e chegando às semifinais da Copa do Brasil, diversos problemas, financeiros e sociais, abateram o elenco ainda no primeiro turno do Brasileirão e o Vitória entrou em queda livre e foi rebaixado para a Série B.[58]
[editar] Tetracampeonato baiano e Série C
As promessas de retornar o time baiano à elite no ano seguinte da diretoria foram ajudadas pelo bicampeonato da Taça Estado da Bahia e o inédito e histórico tetracampeonato Baiano em 2005, de forma invicta, com 9 vitórias e 5 empates em 14 jogos, consolidando de uma vez por todas o domínio rubro-negro no estado.[59]
Os números totais dos quatro campeonatos que conquistou são ainda mais expressivos. Em 54 jogos, o Vitória triunfou 35 vezes, empatou 13 e perdeu apenas 6 partidas, dando um aproveitamento total de mais de 72% ao time da Barra.
Apesar dessas conquistas, o time sofria com sua fraca defesa. Na Série B, apesar de ter lutado o campeonato inteiro por posições que o levariam à próxima fase do campeonato, o time entrou mais uma vez em queda livre e, das cinco últimas partidas disputadas, o rubro-negro só conquistou um ponto. Mesmo assim, as chances de cair ainda eram remotíssimas, era preciso uma combinação de, pelo menos, quatro resultados para fazer o Leão ser rebaixado. Mas o que parecia impossível aconteceu. Junto ao seu maior rival baiano, sucumbiu à vergonha de jogar a Série C no ano seguinte.[60] A tragédia foi tão grande que a diretoria foi trocada, o elenco quase inteiro foi dispensado e ainda deixa suas marcas, como processos, dívidas e mágoas entre torcedores e/ou antigos funcionários do clube.[61]
[editar] Retorno à Série A
Em 2006, o Vitória ainda sentia a tragédia e perdeu o Campeonato Baiano para o modesto e organizado Colo Colo, quebrando um tabu de quase 40 anos sem que um clube do interior conquistasse o campeonato.[62] Mas a volta por cima ainda estava por vir. Depois de ter conquistado o tricampeonato da Taça Estado da Bahia, o Vitória, com um elenco formado basicamente por apostas e revelações, conseguiu fazer uma campanha não tão brilhante, mas melhor do que todos esperavam, se tornando vice-campeão daquele ano e ascendendo à Série B.[63]
No ano de 2007, as promessas eram mais difíceis e a expectativa era de muita competitividade na tão disputada Série B daquele ano. Mas o clube conseguiu manter uma regularidade quase nunca vista na sua história, permanecendo nas primeiras posições do campeonato o ano inteiro e voltando à elite do futebol brasileiro. Até hoje, apenas o Vitória conseguiu esse feito (ser rebaixado para a Série C e voltar à Série A dentro de campo, sem precisar de viradas de mesa, como era comum no futebol brasileiro, e permanecer na elite).[63]
[editar] Consistência na elite e Copa Sul-Americana
Em 2008, o time começou mal o Campeonato Baiano, terminando a primeira fase na terceira colocação. Mas graças a gratas surpresas no fim do certame, o Vitória conquistou mais um bicampeonato baiano.[64] Mas todos só tinham em mente o retorno do Leão à Série A, depois de três anos fora. A imprensa e público ficaram bastante surpresos com a campanha do rubro-negro. O time acabou terminando o primeiro turno em quinto lugar, a uma posição de uma vaga na Copa Libertadores.[65] No segundo turno, devido à saída de jogadores chave no esquema do time e a desentendimentos entre jogadores e comissão técnica, o clube acabou perdendo a chance de brigar pelo torneiro continental, terminando o campeonato na décima colocação, garantindo vaga na Copa Sul-Americana.[66]
O tricampeonato estadual veio em 2009,[67] junto com a primeira participação na Copa Sul-Americana e o segundo ano de Série A após o inferno da Série C. O Vitória acabou não fazendo boa campanha no campeonato continental e foi eliminado nas oitavas-de final pelo River Plate, time uruguaio.[68] Na Copa do Brasil, não passou pelo Vasco da Gama, nas quartas-de-final.[69] No Brasileirão, após um começo excelente, ficando no G4 por 12 rodadas, acabou tendo a mesma queda livre do ano anterior, e terminou o certame em 13°, garantindo, ao menos, uma vaga na Copa Sul-Americana de 2010.[70]
[editar] Bi-tetra baiano, vice da Copa do Brasil e tetra do Nordestão
Em 2010, com uma campanha superior ás do rivais, sagrou-se, pela segunda vez, tetracampeão baiano, ao derrotar novamente o Bahia na final.[71] Com o segundo tetra consecutivo, foi, ao lado do Fortaleza, o campeão estadual da década, como o maior vencedor brasileiro de campeonatos estaduais, com oito títulos.[72]
Na Copa do Brasil, o time baiano conseguiu chegar pela primeira vez à final da competição,[73] decidindo o título contra o Santos, time mais badalado do país (história que o clube vivera dezessete anos antes, em 1993).[74] Após perder por 2 a 0 na Vila Belmiro e vencer por 2 a 1 no Barradão, acabou com o vicecampeonato.[75]
Na volta do Nordestão, que não era realizado desde 2003, o clube conseguiu conquistar o seu quarto título regional, jogando com o time "B", ao derrotar o ABC na final por 2 a 1.[76]
[editar] Novo rebaixamento e 2011
Porém, na disputa do Brasileirão, foi rebaixado ao terminar o certame na 17ª colocação, precisando vencer o Atlético Goianiense na última rodada em casa e apenas conseguindo um empate em 0 a 0.[77] Mesmo com quase 40 mil pessoas no Barradão na partida (fato que ocorreu nos últimos quatro jogos do clube no seu estádio),[78][79][80][81] o time não conseguiu marcar um gol sequer.

[editar] Revelação de talentos

O Vitória é um clube que se destaca também devido às suas categorias de base, que já foi apontada pelo jornal italiano La Gazzetta dello Sport como "um dos 7 maiores celeiros de craques do mundo" no ano de 2004.[82] No seu auge, entre 1995 e 2000, o clube conquistou vinte e um títulos mundiais, contando juniores, juvenis e infantis.[83]
Jogadores a nível de Seleção Brasileira como Bebeto, Dida, Vampeta, Rodrigo, Júnior, Dudu Cearense, Adaílton, Marcelo Moreno, David Luiz, Hulk e muitos que foram considerados grandes revelações do país na época em que foram "lançados" e/ou negociados com clubes de renome do exterior como Alex Silva, Felipe, Obina, Fábio Costa, Matuzalém, Julinho, Adaílton, Alcides, Nadson, Marquinhos e tantos outros.[84][85][86][87][88][89][90][91][92][93][94]
Nas seleções realizadas por todo o país, o Vitória recruta futuros jogadores. Exemplos recentes de convocações para seleções de base são David Luiz, revelado pelo Vitória em 2005 e convocado para o Mundial Sub-20 2007,[95] Marcelo Moreno, também em 2005, convocado para diversas seleções de base brasileiras e hoje para a Seleção Boliviana,[96] Marquinhos, revelado em 2008, convocado para o Sul-Americano Sub-20 2009, considerado uma das maiores revelações do Brasileirão 2008, Victor Ramos, convocado para o Mundial Sub-20 de 2009, no Egito,[97] e Alan Henrique, recrutado para o Sul-Americano de 2011.[98] Entre 1994 e 2004, um total de 62 garotos foram convocados para Seleções de base do Brasil.[99]
Em 2006, o Vitória foi Campeão Baiano de juniores, juvenis, infantis e da Supercopa Baiana de Juniores em cima de seu rival, o Bahia, além de campeão da Copa Nordeste de Juniores (pela segunda vez em quatro edições, 2004 e 2006, tendo sido vice em 2003), ao derrotar o Náutico por 3 a 2, na final disputada em Maceió. Além do domínio estadual nas divisões de base, o Vitória coleciona títulos fora do Brasil, como o bicampeonato dos torneios mundiais Dallas Cup,[100] Rotary Cup e USA Cup, o hexa do mundial Philips Cup (atual Otten Cup)[101] e exemplos mais recentes como os Torneios de Freiburg e Oberndorf, conquistados em 2009, que tiveram participações de clubes como Barcelona, Borussia Dortmund e Stuttgart,[102] e a Copa do Brasil Sub-15.[103]

[editar] Estatísticas

Últimas dez temporadas
  • Para visualizar todas as temporadas, clique em anexo.


Esporte Clube Vitória
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Copa Sul-Americana Copa do Nordeste Campeonato Baiano
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Pos.
2002 A 10º 25 11 4 10 46 42 2ª Fase Final (19)
2003 A 16º 46 15 11 20 50 64 Quartas-de-final Campeão (3) (20)
2004 A 23º 46 13 9 24 68 87 Semifinal
(21)
2005 B 17º 21 7 6 8 35 35 2ª Fase
(22)
2006 C 32 18 5 9 67 39 Oitavas-de-final
2007 B 38 18 5 15 68 50 2ª Fase
(23)
2008 A 10º 38 15 7 16 48 44 2ª Fase
(24)
2009 A 13º 38 13 9 16 51 57 Quartas-de-final Oitavas-de-final
(25)
2010 A 17º 38 9 15 14 42 48 Final Fase nacional Campeão (4) (26)
2011 B
38




1ª Fase A disputar

Legenda:

     Campeão
     Campeão

     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana

     Rebaixado à divisão inferior
     Acesso à divisão superior

[editar] Rivalidade

Ficheiro:BAVI 2011.JPG
Torcida do Vitória num Ba-Vi em 2011.
O rubro-negro mantém uma rivalidade de quase 80 anos com o Esporte Clube Bahia, clube tricolor de Salvador. O Clássico Ba-Vi, como é conhecido, é um dos mais populares do Brasil. A primeira partida entre esses dois times foi em 1932, quando o Vitória estava voltando a disputar o Campeonato Baiano de Futebol, se recuperando de uma crise, e teve o tricolor como vencedor: 3 a 0. De lá para cá, são 437 jogos com 133 vitórias do Leão.
A maior goleada do Vitória em Ba-Vis ocorreu em 1948, quando o rubro-negro aplicou 7 a 1 no rival.

[editar] Elenco atual

Goleiros
Jogador
Brasil Luiz Gustavo
Brasil Douglas
Brasil Fernando Leal
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Reniê Z
Brasil Gabriel Paulista Z
Brasil Alison Z
Brasil Léo Fortunato Z
Brasil Maurício Z
Brasil Jean Capitão¹ Z
Brasil Nino Paraíba LD
Brasil Léo LD
Brasil Romário LD
Brasil Fernandinho LE
Brasil Chiquinho LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Uelliton V
Brasil Neto Coruja V
Brasil Elton V
Brasil Rodrigo Mancha V
Brasil Preto V
Brasil Arthur Maia M
Brasil Geovanni Capitão² M
Brasil Felipe M
Brasil Xuxa M
Brasil Lúcio Flávio M
Atacantes
Jogador
Brasil Edson
Brasil Neto Baiano
Brasil Marquinhos Jogador Lesionado
Brasil Rildo
Brasil Fábio Santos
Brasil Rychely
Brasil Índio
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Toninho Cerezo T

[editar] Comissão técnica

Comissão Técnica
Brasil Toninho Cerezo Técnico
Brasil Miguel Ferreira Auxiliar técnico
Brasil Flávio Tanajura Auxiliar técnico
Brasil Ricardo Silva Auxiliar técnico
Brasil Ednílson Sena Preparador físico
Brasil Júlio César Barbosa Auxiliar de preparação física
Brasil Alex Fernandes Auxiliar de preparação física
Brasil Luciano Oliveira Júnior Preparador de goleiros
Brasil Valter Abrantes Fisiologista
Brasil Ivan Carillo Pinto Médico
Brasil José Olímpio Azevedo Médico
Brasil Rodrigo Vasco da Gama Médico
Brasil Clício Alves Fisioterapeuta
Brasil Frederico Penalva Cirurgião-Dentista
Brasil Eugênio Leite Dentista
Brasil Edenilson Andrade Enfermeiro
Brasil Reginaldo Nunes Enfermeiro
Brasil Anderson da Purificação Enfermeiro
Brasil Edmilton Pedreira "Tuca" Massagista
Brasil Adilson Santana Roupeiro
Brasil Edmílson dos Santos Roupeiro
Brasil Luis Alcides Roupeiro

[editar] Futebolistas notáveis



Goleiros
Brasil Detinho
Brasil Gelson
Brasil Dida
Brasil Nílson
Brasil Fábio Costa
Brasil Jean
Brasil Juninho
Colômbia Viafara
Zagueiros
Brasil Romenil
Brasil Válter
Brasil Xaxá
Brasil Eloy
Brasil Marcelo Heleno
Brasil Flávio Tanajura
Brasil Marcos
Brasil Alcides
Brasil Adaílton
Brasil David Luiz
Brasil Anderson Martins
Brasil Wallace
Brasil [[Victor Ramos

Laterais
Brasil Cláudio Deodato
Brasil Jorge Valença
Brasil Jairo
Brasil Rodrigo
Brasil Esquerdinha
Brasil Paulo Rodrigues
Brasil Júnior
Brasil Leandro
Brasil Apodi
Volantes
Brasil Bengalinha
Brasil Bigu
Brasil Roberto Cavalo
Brasil Vampeta
Brasil Bebeto Campos
Brasil Fernando
Brasil Xavier
Brasil Matuzalém
Brasil Dudu Cearense
Brasil Vanderson

Meias
Brasil Mário Sérgio
Brasil Sena
Brasil Edson Silva
Brasil André Carpes
Brasil Arturzinho
Brasil Ramon Menezes
Sérvia Petković
Brasil [[Paulo Isidoro
Brasil [[Leandro Domingues
Atacantes
Brasil Siri
Brasil Juvenal
Brasil Quarentinha
Brasil André Catimba
Brasil Osni
Brasil Adoílson
Brasil Bebeto
Nigéria Ricky (futebolista)
Brasil Allan Dellon
Brasil Nádson
Colômbia Aristizábal
Brasil Hulk
Bolívia Marcelo Moreno
Brasil Joãozinho
Brasil [[Alex Alves
Brasil [[Pichetti
Brasil [[Edilson Capetinha

[editar] Uniformes

[editar] Jogadores

  • 1º - Camisa com listras horizontais pretas e vermelhas, calção preto e meias vermelhas.
  • 2º - Camisa branca com detalhes vermelhos e pretos, calção e meias brancas.
  • 3º - Camisa amarela com detalhes vermelhos e pretos, calção e meias pretas.
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1º Uniforme
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2º Uniforme
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3º Uniforme

[editar] Goleiros

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[editar] Treinamentos

  • Camisa laranja com detalhes pretos, calções e meias laranjas;
  • Camisa vermelha com detalhes pretos, calções e meias pretas;
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Jogadores
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Comissão Técnica

[editar] Anteriores

  • 2010
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1
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2
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3

  • 2009

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3
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4


  • 2008

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3

  • 2003

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3

[editar] Outros

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2005
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2000
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1993
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1987

[editar] Torcidas organizadas

Ivete Sangalo, fervorosa torcedora do clube.
Atuais
  • Os Imbatíveis: fundada em 20 de outubro de 1997 por quatro torcedores que idealizavam uma torcida mais ativa para o Esporte Clube Vitória, revolucionou o modo de torcer na Bahia e hoje é a maior e mais conhecida torcida do Leão. Entre os sócios da torcida, estão alguns ilustres torcedores, como o pugilista Popó e o músico da Banda Tihuana, Fernando Baía, que vai ao seus shows com camisas do Vitória.[105][106]
  • Camisa 12: nasceu da união de duas torcidas do clube, Leões da Fiel e Jovem Rubro-Negro, em 2008, visando dar mais apoio ao time e gerar mais interesse em uma torcida renovada e mais ativa.[107]
  • Viloucura[108]
  • Comando Vermelho e Preto
Extintas
  • Batucada: fundada nos anos 40, foi uma das primeiras torcida organizadas do Brasil.[109]
  • O Barão de Mococoff: Principal nome das lideranças individuais na torcida rubro-negra, Osvaldo Hugo Sacramento, o Barão de Mococoff, liderou os gritos que vinham das arquibancadas. Foi sucedido por Natal Silvani e, mais tarde, por Alvinho Barriga Mole e Rosicleide Aquino.[109]
  • Vanguarda Rubro-Negra: foi a primeira torcida do Vitória a ter ações e formatos das torcidas organizadas vistas hoje no país. Fundada em 1976, era liderada por José Manta. Tinha faixas bastante famosas como as com os dizeres: "Com o Vitória onde ele estiver" e "Até que a morte nos separe".[109]
  • Britinho e Seus Stukas
  • Dragões da Fiel
  • Império Rubro-Negro
  • Vitoraça
  • Mancha Rubro-Negra
  • Grupo de Elite
  • Jovem Rubro-Negro: fundada em 17 de julho de 2003, da fusão de parte da Viloucura com a Mancha Rubro-Negra.[110]
  • Leões da Fiel: era a mais antiga torcida organizada em atividade no Vitória, fundada em 27 de fevereiro de 1984. Apresentava cerca de 15.000 membros cadastrados. Em 1993, recebeu o prêmio de melhor torcida do Brasil pela Revista Placar. Em 1995, 1996 e 1997, foi tricampeã da Taça Zuza Ferreira, concedida pela TV Bahia em parceria com a Federação Baiana. Neste evento foi escolhida melhor torcida do campeonato baiano destes anos. Estes bons trabalhos renderam patrocínios como o do Excel Econômico, COT, Vitalmed, Fiat, Mesbla Veículos, Coral, Insinuante, TAM, entre outros.[110] Nos anos 2000, não mais com a mesma força devido ao surgimento de outras torcidas mais ativas, acabou perdendo muitos integrantes e atritos internos eram cada vez mais frequentes. Assim, junto à Torcida Jovem Rubro-Negra, formou a Camisa 12.[110]

[editar] Presidentes

Dentre os presidentes do Vitória, destacam-se três nomes. Manoel Pontes Tanajura, de 1951 a 1953, formulou o que viria a ser o profissionalismo do clube, fazendo com o que o mesmo tomasse os formatos atuais dos clubes brasileiros.
De 1983 a 1986, José Alves Rocha foi o responsável por liderar a construção do Estádio Manoel Barradas, maior patrimônio de um clube da Bahia e um dos maiores do Nordeste, e que seria o ponto em que a hegemonia estadual viria para o lado rubro-negro.[111]
Dando prosseguimento ao trabalho de José Rocha, Paulo Carneiro, que presidiu o clube (entre Vitória S/A e EC Vitória) de 1991 a 2005, comandou o Leão durante os momentos mais vencedores de sua história, trazendo mais títulos em quinze anos do que foram conquistados em oitenta.[112]

[editar] Títulos

[editar] Futebol

[editar] Regionais

[editar] Estaduais

[editar] Categorias de base

Principais

[editar] Outros esportes

Remo
Vôlei
Futsal

[editar] Diretoria



Conselho Diretor
  • Presidente: Alexi Portela Junior
  • Vice-Presidente: Carlos Sérgio Falcão
  • Diretor de Esportes Olímpicos: Carlos Alberto de Souza
  • Diretor de Futebol Amador: Epifanio Carneiro Filho
  • Diretor Secretário: Mário Ferrari
  • Diretor Social: Nilton Gonçalves de Filho
  • Diretor de Controle e Planejamento: Nilton Teixeira Filho
  • Diretor de Patrimônio: Pedro Amâncio de Filho
  • Diretor Jurídico: Raimundo Dias Viana
  • Diretor de Marketing: Ricardo de Azevedo Lima
  • Diretor de Saúde: Rui Licinio de Castro Paixão
  • Gerente de Remo: Joel Alves Ribeiro
  • Ouvidor: Roberto Palmeira de Brito

Diretoria Executiva
  • Controller: Jose Perdiz Counãgo
  • Superintendente de futebol: cargo vago
Conselho Deliberativo
  • Presidente: José Alves Rocha
  • Vice-Presidente: Silvoney Sales de Almeida
Conselho Fiscal
  • Presidente: Nilton Teixeira Sampaio
  • Demais integrantes: Carlos Fernando Amaral, Manoelito dos S. Souza, José Rosenvaldo E. Rios e Delcker Rodrigues de Melo
Comissão de Ética
  • Coordenador: Christovão Rios de Britto
  • Demais integrantes: Luciano Patrício de Oliveira, Rui Licinho da Paixão Filho e Moisés Costa de Almeida
[4]

[editar] Patrimônio

[editar] Estádio

Vista panorâmica do estádio.
A construção do Estádio Manoel Barradas foi uma reviravolta na história do futebol baiano.[113] A hegemonia no estado, que era do rival Bahia, passou para o lado rubro-negro, com as conquistas do Tetracampeonato nordestino (1997/1999/2003/2010) e do Bi-tetra baiano (2002/2003/2004/2005 e 2007/2008/2009/2010).[46][114][115]
Cquote1.svg Se existe a denominação antes e depois de Cristo, existe, para o Vitória, antes e depois do Barradão. Cquote2.svg
Nilton Sampaio, pres. do Conselho Fiscal.[116]
O estádio foi inaugurado na gestão do presidente José Rocha,[111] sendo posteriormente ampliado na gestão do presidente Paulo Carneiro. Foi nessa segunda etapa que o Barradão ganhou sua iluminação, placar eletrônico e novo traçado das vias externas. O nome do estádio é uma homenagem ao ex-presidente do clube, o Sr. Manoel Barradas, que comandou pessoalmente as obras de construção.

[editar] Toca do Leão

Até a década de 1970, os elencos que o Vitória tinha não tinham lugar fixo para treinos,[117] tendo a diretoria do clube que, habitualmente, pedir gentilmente locais emprestados para que seus jogadores pudessem treinar. Isso mudou quando, no mandanto do então presidente Raimundo Rocha Pires, o clube comprou um terreno na Estrada Velha do Aeroporto de Salvador, precisamente em 1972. Pouco tempo depois, foi cedido pela prefeitura da cidade um outro pedaço de terreno, no qual se construiria o Estádio Barradão anexo ao adquirido pelo clube.[118] Com o crescimento do Centro de Treinamento do Vitória, Canabrava, região carente da cidade, obteve notável desenvolvimento.
Cquote1.svg Conjuntos populares fazem a nova paisagem de Canabrava. Escolas foram edificadas, postos de gasolina abertos, supermercados inaugurados, com a geração de dezenas de empregos. A comunidade vive mais tranquila e feliz, mas ainda há necessidade de muito trabalho. Cquote2.svg
é comentado no livro Barradão - Alegria, emoção e Vitória
Complexo Esportivo Benedito Dourado da Luz[119]
Centro de Treinamento Manoel Pontes Tanajura, Estádio Manoel Barradas (dentro dos padrões exigidos pela FIFA para sediar jogos internacionais, capacidade para 35 mil pessoas). Três campos oficiais para treinamento, prédio administrativo do futebol profissional, departamento médico e sala de musculação.
Concentração do Futebol Profissional Vidigal Guimarães[119]
O espaço destinado aos atletas profissionais de futebol do Vitória são equipados com:
  • Área do terreno: 9.000m²
  • Casa da Administração
  • Casa com refeitório
  • Sala de jogos
  • Sala de TV
  • Ambiente para Internet
  • 8 apartamentos triplos com suíte
  • Apartamento duplo com suíte
  • Apartamento para comissão técnica com suíte
  • Salão para preleção
  • 1 capela
  • 1 enfermaria
  • 1 farmácia
  • Piscina de 50m² com aquecimento
Sede Náutica Edgar Texeira[119]
Localizada no bairro da Ribeira, na Avenida Men de Sá, 14, com 536m², conta com uma oficina de barcos e concentração dos atletas.

[editar] Outros esportes

Apesar de ser conhecido em todo Brasil pelo seu futebol, o Esporte Clube Vitória sempre teve uma forte ligação com outros esportes. Atualmente, além do futebol, o Rubro-Negro mantém equipes nas práticas de outros esportes, como os citados abaixo.

[editar] Rowing pictogram.svg Remo

Fora o futebol, esse é sem dúvida o esporte que o Leão mais se destaca. Desde 1901, o Vitória mantém uma tradiçao de títulos, tendo conseguido vencer 24 das 30 competições que disputou entre 1943 e 1972, além de manter o recorde brasileiro de títulos consecutivos, quando conquistou 11 entre 1943 e 1953.[120]
Atualmente, as embarcações do Vitória ficam na Enseada dos Tainheiros, na Ribeira. A equipe é comandada por Antônio José da Silva, o Toinho. É o atual tricampeão do Norte-Nordeste[121] e eneacampeão baiano.[122]

[editar] Olympic pictogram Basketball.png Basquete

Na década de 1940, o Vitória era conhecido como "Academia", devido à refinada técnica de seus atletas. Hoje em dia, o Vitória continua com times competitivos, senão ganhando os campeonatos, ficando entre os primeiros.

[editar] Olympic pictogram Football.png Futsal

Como no futebol, o Vitória terminou a década de 1990 como o melhor da Bahia. Sempre formando times fortes, O Leão continua revelando craques para o futsal nacional, como Careca, Leo e Lalau, que foram campeões mundiais universitários pela Seleção Brasileira em 2000.

[editar] Swimming pictogram.svg Natação

Outro esporte que o Vitória se destaca. O clube, em 2004, criou a equipe Vitória/Marlyn para disputar as competições da Federação Baiana de Desportos Aquáticos e do calendário da Confederação Brasileira.
O Vitória/Marlyn foi formado por cerca de 50 atletas que nadavam pelo Aeco, Clube dos Médicos, Mendel e Colégio São José.

[editar] Olympic pictogram Volleyball.png Vôlei

Apesar de já ter sua academia de vôlei há um bom tempo, só teve seu auge profissionalmente entre 2001 e 2003, quando dominou o esporte no cenário estadual e regional.[123] Em 2009, após cinco anos longe das quadras, retornou triunfante, vencendo todos os torneios disputados no ano.[124]

Referências

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  123. TÍTULOS. ECVitoria.com.br. Página visitada em 31 de julho de 2010.
  124. Entrevista - Márcio Xavier – diretor de vôlei do Vitória. Barradaoonline.com.br (13 de março de 2010). Página visitada em 31 de julho de 2010.




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